Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Das Bandas de Cá às Bandas de Lá (2)

A Sociedade Musical Santa Cecília foi fundada em 22 de novembro 1901 pelos ferroviários que trabalhavam na estação de Rodrigo Silva, como um tipo de grêmio recreativo. Dentre seus fundadores, destacam-se Cesário Cruz, Eurico da Silva, Paulino Teixeira Rosa e Joaquim de Freitas, sendo este o primeiro regente da banda. Essa agremiação logo se tornaria famosa na região, transformando-se em um dos principais patrimônios culturais do distrito.
Fotografia tirada em março de 1937, mostrando a Sociedade Musical Santa Cecília ao lado da Escola de Farmácia de Ouro Preto. Fonte: Dossiê de Tombamento do Conjunto Urbano e Ferroviário de Rodrigo Silva Foto: Acervo da Sociedade Musical de Santa Cecília.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Das Bandas de Lá às Bandas de Cá (1)


Já estão se iniciando os trabalhos da exposição curricular "Das Bandas de Lá às Bandas de Cá" Dos alunos do curso de Museologia da UFOP. Há uma página no Facebook que servirá de comunicação com o público. Em breve conteúdos sobre este importante patrimônio da região de Ouro Preto e Mariana: As Bandas de Música! Breve, novidades aqui e lá.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Coral de Ouro Preto, anos 1960...

Cantores do Coral de Ouro Preto
Apresentação de "Balada das Ladeiras de Ouro Preto", de autoria de Ubirajara Quaranta Cabral, com fotos de Ouro Preto. Quem conhece alguém nessa foto capa?
¨Ubirajara Cabral foi criador do primeiro conjunto de jazz de Sergipe. No final da década de 1950, criou na cidade de Ouro Preto o Coral de Ouro Preto, com 10 vozes masculinas e nove vozes femininas, considerado um divisor de águas na passagem para a bossa nova. O Coral de Ouro Preto ganhou título nacional, do Jornal do Brasil, de melhor coral de música popular do início dos anos 1960.¨
* Dicionário Cravo Albin
Primeiro disco do Coral de Ouro Preto







Leia também neste blog: A grade da Ponte dos Contos - Fotos de criança - A coleção do Museu do Oratório

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Olímpia Cota


Fotos de
Joel Marinho


Por Fernando GABEIRA
“Dona Olímpia, ao perceber, nas primeiras décadas de sua vida, que não ia mesmo se casar, caiu no mundo. Teve forças para ignorar a pressão da sociedade que a envolvia, mas resolveu ver de perto. Roupa? Era simples. Bastava inventar, usando um vestido sobre o outro. Horário? Para que, se o frio e o escuro lhe indicavam a hora de dormir e a ligeira pontada no estômago lembrava que tinha fome?

Passou a andar com um cajado na mão, o rosto muito pintado e o chapéu de uma antepassada. A cidade é feita de becos, ruelas e ladeiras. Ela subia e descia, chegando às vezes lá no alto, na Igreja de Santa Ifigênia. Apesar do cajado, do olhar em fogo, ela não pregava nada, nem falava em melhorar a vida na terra. E a ladeira é algo estranho, que desafia mesmo os seres chamados normais. Sim, porque a cabeça chega em cima muito antes das pernas, de forma que cada ladeira é um mergulho no inconsciente, um deliberado abandono do corpo, condenado a repetir mecanicamente o mesmo gesto."



ATHAYDE, P.
Detalhe de Primavera,
OST, 2007.

Olímpia: Obra de Chiquinho de Assis gravada pela Orquestra Experimental da UFOP para o filme Compositeurs de hier et d'aujourd'hui de Luc Riolon. Uma produção 24 images, América Mundi Filmes e Rede Minas.




quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Meio-dia no Padre Faria

Fiquei imaginando qual seria, há 200 anos, o som da noite no lugar mesmo em que nasci ... Quando ali haveria poucas cavernas e a centésima parte das pessoas dentre as quais eu vivo. E muito poucos lumes e candeias competiam com a radiação dos astros.
Entendi então que, para ter uma idéia qualquer sobre a noção de som, a compreensão de tons e a melodia da música colonial, o ponto de partida seria a aceitação do fato de que os habitantes das cavernas por perto de onde eu nasci, 200 anos antes dessa efeméride, seriam em número muito menor, teriam muito menos fogos a crepitar pela noite, ficariam muito mais recolhidos depois de o sol se por... E estariam muito mais propriamente afetados pela calada da noite. E não é na calada da noite – agora no sentido moderno mesmo da expressão – que estamos mais afetados pelos medos, pelas melancolias, pelos fantasmas e pelas fés? Acredito que a centésima parte das pessoas produzam a centésima parte dos ruídos e tenha motivos para ter cem vezes mais medos.

Veja o texto completo clicando aqui.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Leia e assine de graça:

Keimelion - revisão de textos, partilhe com seus amigos!

Postagens populares

Quem escreve um texto precisa sempre de um revisor, procure o melhor:

Quem escreve um texto precisa sempre de um revisor, procure o melhor:
Keimelion - revisão de textos - há mais de dez anos revisando teses, dissertações e livros.