quinta-feira, 22 de abril de 2010
Ouro Preto - patrimônio da humanidade
Essa história de Patrimônio da Humanidade é ótima: a cidade era de seus habitantes, agora é de toooooda a humanidade - logo os habitante foram expropriados. Como nosso regime exige, quando se desapropria (retira a propriedade) cabe indenização. Expropriaram os pobres habitantes de Ouro Preto e não nos indenizaram.
A cidade agora é da humanidade todinha (portanto é bem menos de que nasceu e vive nela?) - então os donos originais, quem vive nela, trabalha nela, paga impostos nela devem ser indenizados.
É muito bacana essa ideia de tombar, desapropriar, interditar e expropriar. Mas deve-se sempre lembrar que esses verbos se aplicam sobre a propriedade privada, coisas adquiridas com esforço, construídas com despesa, herdadas com orgulho e cuja natureza é a base de nosso sistema político, econômico e cultural.
Fazer discurso de coletivizar a propriedade ou a cidade (urbe, lugar onde vivem as pessoas) alheias é muito bacana. Coletivize primeiro o que é seu, antes de vir bulir ou fazer proposta no que é meu.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Livro de histórias de minha terra

Autor: Públio Athayde
Preço de venda: R$ 36,51 Edição: 1 ª ( 2009 )
Número de páginas : 118
Código: 000000008976B001
Tópicos: Artes, Ciências Humanas e Sociais, Geografia e Historia .
Palavras-chave: arquitetura, boarroco, história, musica, ouro, preto .
Veja o livro a venda
Peso: 158 gramas
Edição: 1 ( 2009 )
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4x0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1x1, cadernos fresados e colados, A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas.
Este livro congrega seis artigos com uma temática comum apaixonante: Ouro Preto. Os olhos do historiador ouropretano convergem para a paisagem, a arquitetura, a música e o povo desta cidade, para as relações destes elementos nos tempos passado e presente de modo inequivocamente passional, mesmo considerada a abordagem metódica e a pretensa erudição. A paixão, confessa no primeiro artigo (Eu “Ouro Preto”), se desdobra em considerações topográficas sobre os templos coloniais (Adequação retórico-arquitetônica da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto). A mesma paixão visceral que aguça os ouvidos para sons reais e imaginários (Música colonial, cérebro retórico e êxtase religioso) relê a poesia arcádica situando física e politicamente as referências do poeta detrator (As cartas chilenas: carta terceira, notas de leitura). Ainda com os olhos voltados para o passado, e nada é mais presente no passado que a morte, abstrair de algumas lápides os resquícios das paixões de outras épocas é tarefa inglória e fascinante (Aqui jazem os restos do irmão J.F.C. falleciddo), tanto quanto querer apontar nos requícios já arqueológicos da mineração aurífera (Curral de Pedras: abandono e omissão) as tensões vividas em uma época anterior cujas marcas estão por todo lado, cravadas na essência da brasilidade. A retórica da história clama em coros dissonantes e cada vagido é repleto de significâncias, todas elas se articulando para dar significado ao que somos. Cada olhar sobre a Ouro Preto de outrora completa a visão que temos de nós mesmos, quer como agentes de uma existência em contínua construção, quer como amantes do pretérito edificado em magnífica herança.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
II Encontro Memorial do ICHS / UFOP

30º Aniversário do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (1979 - 2009) 11 a 13 de novembro de 2009 em Mariana/MG O Instituto de Ciências Humanas e Sociais / ICHS da Universidade Federal de Ouro Preto / UFOP completou, em novembro de 2009, 30 anos de sua instalação no antigo prédio do Seminário Menor de Nossa Senhora da Boa Morte, em Mariana/MG.
Esta cidade foi
marco da história e da educação em nosso país, por ter sido a primeira cidade de Minas Gerais e onde funcionaram os primeiros estabelecimentos educacionais do estado.quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Marília & Dirceu

Outro livro disponível para compra pelo sistema de impressão sob demanda! Estou preparando para disponibilizar todos meus trabalhos. Com o apoio de meus leitores, milhares, que se dispuseram a ler meus trabalhos nas versões e-book. Agora eles podem ser impressos! Nesta versão há um texto explicando a origem do trabalho, um caso bem interessante. Clique no livro para comprar.
Teatro. Drama em um ato de Públio Athayde sobre textos de Tomas Antônio Gonzaga, José Benedito Donadon-Leal e Públio Athayde. Ao fundo do palco vêem-se a casa de Marília e, em último plano, o Itacolomi, nos lados, altares "barrocos" com ícones gregos mencionados no texto; alguns móveis, dois leitos e adereços de época, velas acesas, luzes cambiantes entre os vários ambientes de cena.
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